Perguntas Frequentes Sobre os Cursos
1. Como posso resolver a minha dor existencial (ser psicanalista/psicoterapeuta)?
Tenho mais de 35 anos e não consegui cursar uma faculdade de psicologia (5 anos) ou psicanalise (4 anos).
Não quero investir tempo, dinheiro e dar errado.
Já fiz um curso superior e não era o que eu pensava.
Casamento, filhos, trabalho, atrapalharam meus planos.
As pessoas me procuram para serem ouvidas e sinto que me falta algo.
Sou bom em ouvir, mas nunca profissionalizei isso.
Preciso dar um novo sentido para a minha vida.
Quero mudar de carreira e estou perdido.
Sinto frustração em não poder ser um terapeuta.
Quero ter uma segunda profissão para garantir mais renda.
Fiz pesquisas na internet e fiquei confuso com tanta informação. Não sei em que acreditar.
2. Em quem ou em que confiar?
A Legislação Federal permite que você atue como psicanalista ou psicoterapeuta.
Você não precisa fazer uma faculdade para atuar. Você é livre.
Não importa se você tem mais de 35 anos.
Leia as demais perguntas e fique seguro no que ou em quem confiar.
3. Qual a condição básica para eu atuar?
Ter vocação genuína para ajudar pessoas em estado de sofrimento emocional.
Permanecer em estado de saúde mental equilibrado.
Entender que o psicanalista e o psicoterapeuta não “curam”, eles auxiliam a diminuir o estado de sofrimento emocional dos indivíduos.
Zelar pela ética profissional: não usar o título de psicólogo, não usar técnicas restritas a esta profissão.
4. Por que o curso do IFP tem duração só de um mês?
Na verdade, na prática, o curso nunca termina, porque o aluno faz o intensivo de um mês, recebe o certificado, depois tem o suporte vitalício ao vivo, para a vida toda. Leia mais adiante detalhes sobre a questão da carga horária.
5. Como funciona o suporte?
Durante e após o curso o aluno por opção pode frequentar quinzenalmente os grupos de suporte ao vivo, para manter-se atualizado. Esse tipo de suporte só o IFP oferece. Tem o grupo da ESCOLA IFP, para estudo de livros sobre psicoterapias e o grupo de SUPERVISÃO IFP, para debates de casos vivenciados no consultório.
6. O curso de um mês é completo?
Sim. Usamos livros de reconhecimento internacional. Deles são extraídos só a teoria útil e as técnicas que funcionam no consultório. Não tem encheção de linguiça.
7. Qual o método de ensino do Instituto Flávio Pereira?
Teoria mínima + Foco na prática + Suporte vitalício ao vivo + IA Terapeuta Copiloto.
Ensina-se o que realmente importa. O aluno nunca fica sozinho depois de concluir o curso. Ele apreende a dominar a IA como ferramenta de apoio.
8. Qual a base científica do método?
Teoria da Carga Mínima: não sobrecarregar o cérebro com informações desnecessárias.
Curva do Esquecimento: esquecemos o que não praticamos. Com o Suporte Vitalício, o conhecimento é mantido “fresco”.
Princípio do Pareto: 80% dos resultados vêm dos 20% dos esforços. O IFP foca nos 20%.
Aprendizagem “Just-in-time”: buscar o conhecimento quando a necessidade surge com apoio da IA Copiloto e do Suporte Vitalício. Leia mais adiante detalhes sobre esta questão.
9. Como a IA pode ajudar?
Pesquisas sobre o problema do cliente.
Cruzar informações e achar soluções.
Simular sessões de terapia para treinar antes dos atendimentos.
10. As aulas são suficientes para me preparar para a prática clínica?
Você aprenderá com estudos de caso, vídeos e textos selecionados, tudo para que você se sinta seguro para atender. Além das 10 aulas (módulos) ao vivo, oferecemos formação continuada em nossa Escola e Supervisão Clínica, também ao vivo, garantindo seu desenvolvimento profissional constante. Qualidade e aplicação prática é o nosso lema.
11. Como posso ter a certeza de que aprenderei o suficiente para atuar?
A certeza virá do seu empenho pessoal, somado ao Método do IFP e a qualidade das aulas.
Nossa missão é o seu sucesso. O Professor Flávio Pereira e sua equipe compartilharão com você todo o conhecimento prático, sem segredos, adquirido em mais de 35 anos de experiência. Você aprenderá não apenas a atender no consultório, mas também a gerir seu próprio negócio. Nós estamos comprometidos com a sua capacitação completa.
12. Preciso de faculdade para me tornar psicanalista ou psicoterapeuta?
Não, você só precisa do ensino médio para iniciar sua jornada na psicanálise ou psicoterapia. Nossa formação é um curso livre, amparado pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB 9.394/96), que foca na sua capacidade de aprender e aplicar o conhecimento, sem a necessidade de um diploma universitário. Comece a transformar vidas, incluindo a sua, sem barreiras.
13. A faculdade não é um diferencial para o sucesso na área?
Não. A psicanálise e a psicoterapia nasceram como uma profissão livre, e grandes nomes como Anna Freud e Melanie Klein não tinham formação universitária em psicologia. Acreditamos que a competência vem da dedicação ao estudo e da qualidade da formação, não de um diploma universitário.
Enquanto as faculdades concentram em teorias acadêmicas, sendo que a maioria delas não tem peso científico comprovado, nem tem proveito para a prática no consultório, nosso curso é direcionado para a prática, economizando seu tempo e dinheiro.
14. Tem certificado?
Sim! Ao concluir o curso, você receberá um certificado de formação livre em Psicanálise ou Psicoterapia, válido em todo o território nacional. Nossos cursos são amparados pela Legislação Federal, permitindo que você atue profissionalmente e se apresente como psicanalista ou psicoterapeuta em seu site, cartões de visita e redes sociais.
15. Tem “carteirinha”?
Não existe uma lei federal que regulamente a profissão de psicanalista ou psicoterapeuta, logo, “carteirinha” é fake divulgado em alguns sites.
16. Tem que fazer registros em órgãos oficiais?
Não. É vital esclarecer que não existe Conselho Federal de Psicanálise ou de Psicoterapia no formato de autarquia oficial pública, ou seja, criado por uma lei federal, como ocorre com a Medicina e a Psicologia. As diversas entidades que utilizam nomes como “Conselho”, “Ordem” ou “Sociedade” de Psicanálise ou de Psicoterapia são, na verdade, associações civis privadas, sem peso oficial de regulamentação e de fiscalização.
17. Posso atuar livremente como psicanalista e psicoterapeuta?
Sim. A Lei nº 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB) regulamenta todo o sistema educacional do país. Ela permite a existência de cursos de qualificação profissional que não necessitam de autorização prévia do Ministério da Educação (MEC), desde que não se autodenominem “graduação” ou “pós-graduação” stricto sensu (mestrado e doutorado) sem o devido credenciamento. O Decreto Presidencial nº 5.154/04 reforça a validade e a importância dos cursos de “formação inicial e continuada de trabalhadores”, categoria na qual se inserem as formações em Psicanálise e Psicoterapia.
18. Qual a importância da aula experimental ao vivo?
Transparência: Serve para vivenciar o modelo de ensino exclusivo do IFP.
Conhecer os professores.
Decidir com consciência e não por impulso.
Aprender sobre as abordagens terapêuticas e decidir qual é a melhor para o seu caso.
Esclarecer dúvidas específicas.
Conhecer pessoas que estão no mesmo momento que você, buscando realizar o sonho de ter uma nova profissão.
19. Quantas aulas experimentais posso participar?
Quantas quiser. Cada aula tem assuntos diferentes para o seu desenvolvimento pessoal e profissional.
20. Quando posso começar a minha formação?
Na modalidade individual a matrícula é imediata e você tem total flexibilidade para montar sua agenda de aulas. Na modalidade em grupo, consulte a agenda de cursos.
21. Onde posso atuar como psicanalista ou psicoterapeuta?
Você terá a liberdade de escolher onde quer trabalhar. Monte seu consultório pessoal, atenda online de qualquer lugar do mundo ou trabalhe como parceiro de clínicas e institutos de saúde particulares.
22. Como são as turmas? Terei atenção individualizada?
Sim! Nossas aulas são individuais ou em pequenos grupos de no máximo 10 alunos. Isso garante que você receberá atenção total do professor, permitindo um aprendizado profundo e personalizado. Aqui, você não é apenas mais um número.
23. Terei condições de atender clientes na formação do IFP?
Sim. Nossa formação é prática e supervisionada para que você desenvolva segurança.
Ao longo do curso, você recebe treinamento aplicado, suporte e supervisão vitalícios AO VIVO e o apoio da IA Terapeuta Copiloto, que aprofunda suas técnicas.
Você não caminha sozinho, formamos você para atender com responsabilidade.
24. E se eu me deparar com um caso muito difícil? Terei suporte?
Sim, você terá todo o suporte necessário. No nosso Grupo de Supervisão VITALÍCIO, você poderá discutir seus casos mais desafiadores com professores e colegas experientes. Além disso, o professor indicará leituras e caminhos para que você, assim como Freud, Jung, Frankl, etc., estude e aprenda com cada desafio como autoditada, tornando-se um profissional cada vez mais completo e seguro. Você nunca estará sozinho em sua prática. Também poderá encaminhar o caso difícil para outros profissionais especializados.
25. Qual é o diferencial do Instituto Flávio Pereira?
Com mais de 35 anos de tradição e inovação, nosso compromisso é com a mitigação do sofrimento humano. Somos uma instituição de mente aberta, que integra diferentes abordagens e está sempre à frente, lançando novos cursos. Essa visão plural, pioneira e excelência no ensino torna o IFP uma referência nacional e internacional, atraindo alunos de todo o mundo que buscam uma formação completa e sem dogmas. Aqui, você aprende a psicanálise e psicoterapia em diálogo com o mundo. Além do mais as aula e o suporte vitalício são 100% ao vivo.
Seguimos um método inovador, que reúne características Montessorianas, ou seja, o aluno aprende ativamente, com autonomia para criar a sua própria abordagem terapêutica. Freud, Jung, etc., criaram. Você também pode! Com o uso da IA Terapeuta Copiloto tudo fica mais fácil, rápido, completo e profundo.
26. O que são os combos sinérgicos?
É a soma de dois cursos, ex.: Psicanálise e TCC, com apoio da IA Terapeuta Copiloto + Eneagrama que revela o padrão de transtornos do cliente.
Unem a tradição (Freud, Beck, etc.) à modernidade da IA e à precisão do Eneagrama.
Sinergia = somar forças para obter resultados extraordinários.
27. Como serei avaliado? Terei que fazer provas?
Sua evolução é acompanhada de perto em cada aula, por meio de apresentações orais e debates sobre os textos estudados. Acreditamos que a melhor forma de avaliação é a prática e a troca de conhecimento, não a memorização para uma prova, cujos conteúdos são esquecidos.
28. É obrigatório fazer terapia para poder atender?
Não é um requisito obrigatório. O próprio Freud, criador da psicanálise, não fez análise pessoal, pois foi o pioneiro na área. No entanto, a análise pessoal é uma ferramenta poderosa de autoconhecimento e desenvolvimento para o terapeuta. A decisão de fazer ou não é sua, e nós o incentivamos a buscar o que for melhor para sua jornada.
29. As aulas são gravadas?
As aulas são 100% ao vivo, não gravadas. São interativas, dinâmicas, professor e alunos debatem o tema.
30. Como poderei apresentar os meus serviços de psicanalista ou psicoterapeuta ao mercado?
Fazendo o marketing básico, como todo profissional liberal de saúde faz. Campanha boca a boca, distribuição de cartões, divulgação nas mídias sociais, na internet, no Google.
31. Como uma pessoa sem faculdade pode atuar no consultório?
É justo se comparado com quem estuda 4 ou 5 anos?
Esta é uma pergunta fundamental e, para respondê-la, é preciso ir além da simples comparação de tempo de estudo e entender a natureza da formação terapêutica. A resposta curta é: sim, é perfeitamente justo e legal, pois são caminhos diferentes para adquirir competências distintas, ambos com seu valor.
A prática do cuidado emocional existe há muitos séculos, antes das faculdades existirem e sempre esteve ligada à sabedoria, maturidade e à capacidade de acolhimento. Hoje, essa prática foi estruturada em diferentes profissões. A questão não é se uma é “melhor” que a outra, mas sim qual a fundamentação de cada uma.
Vamos aprofundar com uma blindagem completa que valida e reforça este ponto.
Blindagem Jurídica: Profissão Reconhecida, não Regulamentada.
O ponto central é a distinção legal entre uma profissão regulamentada (como a Psicologia) e uma ocupação reconhecida (como a Psicanálise e a Terapia).
1. Psicanálise e Terapia como Cursos Livres: No Brasil, a formação em Psicanálise e diversas outras linhas terapêuticas se enquadra na categoria de “Cursos Livres”. Essa modalidade é amparada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB, Lei nº 9.394/96) e pelo Decreto Presidencial nº 5.154/04. A lei não exige diploma de graduação para o exercício dessas atividades, condicionando a matrícula à capacidade de aproveitamento do aluno, não ao nível de escolaridade prévia.
2. Reconhecimento pelo Ministério do Trabalho: A ocupação de Psicanalista/Terapeuta é reconhecida e listada na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) sob o código 2515-50. Isso confere legitimidade à profissão, permitindo que o profissional atue legalmente, tenha seu consultório e contribua com impostos. O CBO reconhece a existência da ocupação, mas não a regulamenta como faz o Conselho Federal de Psicologia com os psicólogos.
Em resumo, a lei brasileira permite que a Psicanálise e a Psicoterapia sejam exercidas por profissionais de diversas formações, desde que tenham um treinamento sério e específico para a prática clínica, como o oferecido pelo IFP.
Blindagem Técnico-Científica: Maturidade e o Tripé Formativo.
A comparação com os 5 anos de uma faculdade de Psicologia, ou 4 anos de Psicanálise, é inadequada, pois são projetos de formação distintos.
1. O Foco da Faculdade de Psicologia: A graduação em Psicologia oferece uma base generalista sobre o comportamento humano e processos de desenvolvimento humano, entre outros. No entanto, ela não forma, diretamente, um psicanalista ou um psicoterapeuta de uma linha específica. O psicólogo recém-formado que deseja atuar clinicamente precisa buscar uma formação complementar, exatamente como a que o IFP oferece.
2. O Tripé da Formação para atendimento no consultório: A verdadeira base para um terapeuta competente, especialmente na psicanálise, é o famoso tripé: Teoria + Análise Pessoal + Supervisão de Casos. É este tripé que garante a qualidade do profissional, e ele não é exclusividade de quem tem um diploma de psicologia e de psicanalista.
3. A Maturidade como Ativo Clínico: A injustiça, é deixar milhares pessoas em sofrimento sem acolhimento. Para o público-alvo do IFP (35 até 65+), a experiência de vida e a maturidade emocional não são apenas um detalhe, mas um ativo poderoso. Um profissional que já navegou por crises, carreira, família e perdas possui uma profundidade de empatia e uma capacidade de conexão que o conhecimento puramente acadêmico não substitui. A formação no IFP potencializa essa vocação que emerge da própria jornada de vida do aluno.
Não se trata de uma competição, mas de caminhos diferentes. Enquanto a faculdade oferece uma base generalista, a formação livre do IFP oferece a especialização prática (consultório), valorizando a maturidade e garantindo o suporte contínuo que é essencial para a excelência terapêutica. O que forma um bom terapeuta não é o diploma na parede, mas sua capacidade de escuta, seu compromisso ético e seu contínuo processo de aprendizado e supervisão, exatamente o que o IFP se propõe a entregar.
32. Qual a carga horária do curso do IFP?
Os cursos do IFP tem carga horária de 10 horas ao vivo, na sala de aula.
São 5 módulos de 2 horas cada ao vivo, um por semana.
Durante a semana, entre uma aula e outra, o aluno estuda em média 2 horas por dia. Logo, 5 dias x 2 horas x 4 semanas = 40 horas.
Assim 10 horas de estudo em sala de aula + 40 horas de estudo em casa = 50 horas de estudo por curso.
A formação no Instituto Flávio Pereira (IFP) é estruturada em um modelo pedagógico que prioriza a qualidade e a eficiência sobre a quantidade de horas. Cada curso possui uma carga horária inicial de 50 horas, dividida em 10 horas de aulas ao vivo e 40 horas de estudo autônomo supervisionado. Contudo, a comparação direta desta carga horária com a de cursos tradicionais é equivocada, pois nosso modelo é fundamentalmente diferente e inovador.
O IFP foca em uma formação inicial sólida e objetiva, seguida por um suporte profissional contínuo e vitalício, algo que longos cursos tradicionais não oferecem. A seguir, apresentamos a blindagem jurídica, pedagógica e técnico-científica que sustenta nosso método.
Blindagem Jurídica: A Legalidade da Formação Livre
No Brasil, tanto a Psicanálise quanto a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) enquadram-se na categoria de cursos livres. Isso significa que não há uma regulamentação pelo Ministério da Educação (MEC) que imponha uma carga horária mínima ou um currículo fixo. A legalidade dos cursos é amparada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB, Lei nº 9.394/96) e pelo Decreto nº 5.154/04. Portanto, a qualidade de uma formação não é medida por um número de horas pré-definido por lei, mas pela seriedade e metodologia da instituição.
Blindagem Pedagógica: Foco na Eficiência e na Qualidade da Aprendizagem
O modelo do IFP utiliza o ensino híbrido (Blended Learning), que combina encontros ao vivo com estudo autônomo, alinhando-se ao conceito de Sala de Aula Invertida (Flipped Classroom). Nesta abordagem, o tempo precioso ao vivo é utilizado para debates, aprofundamento prático e supervisão, enquanto o conteúdo teórico é explorado pelo aluno no estudo individual. Esta é uma das abordagens mais modernas e eficientes na educação, validada pela própria legislação brasileira (Portaria MEC nº 2.117/2019), que permite a oferta de até 40% da carga horária a distância em cursos presenciais.
Em vez de estender a teoria por centenas de horas com baixa retenção, nós a condensamos de forma objetiva. Estudos sobre aprendizagem, como a “Pirâmide de Aprendizado”, demonstram que métodos passivos (como aulas expositivas) têm baixa retenção, enquanto métodos ativos (discussão em grupo, prática) e o “ensinar aos outros” (presente em nossa supervisão) elevam a retenção para mais de 80%.
Nosso foco é na proficiência, não no mero cumprimento de horas.
Blindagem Técnico-Científica.
É aqui que o modelo do IFP demonstra seu maior valor. A simples contagem de horas ignora o pilar mais importante da formação de um terapeuta: a supervisão contínua.
1. Comparativo com a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC):
A referência mundial em TCC é o Beck Institute. A “Trilha de Formação em TCC com Judith Beck”, oferecida no Brasil pela Artmed, possui uma carga horária total de 62 horas. Outros cursos de TCC no mercado variam entre 48 e 180 horas. A carga horária inicial de 50 horas do IFP está, portanto, perfeitamente alinhada com os padrões de excelência para cursos intensivos e de formação na área, que valorizam a aquisição de competências sobre o “tempo de cadeira”.
Referência:
•Artmed Academy. (s.d.). Trilha de Formação em TCC com Judith Beck. Acessado em 22 de fevereiro de 2026, de https://www.artmedacademy.com.br/cursos/trilha-de-formacao-judith-beck
2. Comparativo com a Psicanálise:
Cursos de psicanálise no Brasil apresentam uma variação imensa. No entanto, esses modelos tradicionais concentram a carga horária em um período fechado, deixando o aluno sem suporte após a formatura. O IFP inova ao inverter essa lógica: oferecemos uma base teórica sólida e objetiva (50 horas) e focamos nosso maior investimento no pós-curso, garantindo uma formação continuada com o suporte vitalício ao vivo.
A pergunta correta não é “quantas horas o curso tem?”, mas sim “qual o suporte que terei para me tornar um profissional seguro e competente?”. Enquanto outros cursos vendem horas, muitas vezes infladas com conteúdo de baixa retenção, o IFP oferece uma parceria para toda a vida. Nossa carga horária é desenhada para ser o início mais rápido e eficiente da sua jornada, com a garantia de que você nunca estará sozinho na sua prática clínica.
33. Existe faculdade de psicanálise? Vale a pena para a prática clínica?
Sim, existem graduações em psicanálise, mas para quem busca atuar de forma prática e eficiente no consultório, elas representam um caminho mais longo, caro e, paradoxalmente, menos eficaz. Um curso livre focado, como o do IFP, não apenas é suficiente, como é estrategicamente superior para a formação de um terapeuta de resultados.
Vamos desconstruir o mito da superioridade da faculdade com argumentos técnicos e científicos.
O Paradoxo da “Cientificidade” na Psicanálise
As faculdades se perdem em teorias sem peso científico, e isso é um fato reconhecido no meio acadêmico. A psicanálise, por sua natureza, não se encaixa no modelo de ciência forte tradicional. O famoso filósofo da ciência, Karl Popper, já apontava que a psicanálise não podem ser provada em laboratório, o que a coloca fora do escopo da ciência experimental.
As faculdades, presas à necessidade de validação acadêmica, gastam anos tentando “cientificizar” a psicanálise, enchendo a grade curricular com teorias periféricas, filosofia especulativa e debates que têm pouca ou nenhuma aplicação no consultório terapêutico. O resultado é um profissional com um verniz de academicismo, mas despreparado para a realidade do consultório.
A Eficiência do Curso Livre: O Princípio de Pareto na Formação.
O foco no núcleo da psicanálise de resultado é validada pelo Princípio de Pareto (80/20). Este princípio, aplicado à educação, sugere que 80% dos resultados práticos vêm de 20% do conteúdo essencial.
É exatamente aqui que o curso livre do IFP se destaca:
Foco no Essencial (os 20%): Nós eliminamos o “inchaço” acadêmico e focamos diretamente nas teorias e técnicas fundamentais que geram alívio, empatia e autoconhecimento para o cliente.
Aprendizagem Ativa: Em vez de anos de aulas expositivas (o método com a menor taxa de retenção de conhecimento), nosso modelo se baseia na prática imediata e na supervisão contínua. Você aprende a teoria e já a conecta com a prática, solidificando o conhecimento de forma muito mais eficaz.
Faculdade de Psicanálise (4 anos) x Curso Livre Focado (IFP).
Foco Principal Validação acadêmica e teorias especulativas. x Eficácia clínica e resultados para o cliente.
Modelo Pedagógico Expositivo, teórico e extenso (baixa retenção). x Prático, focado e intensivo (alta retenção).
Conteúdo Inflado com teorias periféricas e não aplicáveis. x Princípio de Pareto: Apenas o núcleo essencial.
Resultado Profissional teórico, com pouca prática clínica. x Terapeuta pronto para atuar, com suporte contínuo.
Investimento Alto (tempo e dinheiro). x Otimizado (economia de tempo e dinheiro).
Validade Legal Permite atuar legalmente. x Permite atuar legalmente da mesma forma.
A Escolha Inteligente para o Terapeuta Moderno.
Fazer uma faculdade de psicanálise não oferece nenhuma vantagem legal ou prática sobre um curso livre bem estruturado. Pelo contrário, representa um desvio caro e demorado do que realmente importa: aprender a ajudar pessoas em sofrimento.
O curso livre do IFP não é um “atalho”, mas sim o caminho mais inteligente e direto. Ele entrega o que o cliente busca e o que o terapeuta precisa: a competência para gerar resultados de consultório reais, com a segurança do amparo legal e de um suporte profissional que não termina com o certificado.
34. Qual a diferença entre fazer uma faculdade de psicanálise regulamentada pelo MEC e um curso livre de psicanálise como o oferecido pelo IFP?
O IFP opta pela autonomia pedagógica. O MEC é uma instituição estatal que há décadas sofre interferências dos governos, dos grupos educacionais que visam interesses econômicos, reservas de mercado e não exatamente a qualidade da educação.
As faculdades são regulamentadas pelo sistema burocrático do MEC, com grades curriculares ultrapassadas e politizadas, sem contato com a realidade de mercado de trabalho. O MEC detém o papel de coordenação nacional do ensino e diretrizes orçamentárias. O MEC tem responsabilidade direta na falta de continuidade de políticas de Estado, na má distribuição de recursos e na corrupção. Basta pesquisar no Google “quadrilha no MEC”, “corrupção no MEC”, “propina no MEC”, “escândalo no MEC”, “ENEM e corrupção”. Aparecerão muitas denúncias sobre omissão de dados, desvios de recursos, poder centralizador, inconsistência técnica, falências.
Tudo isso afeta o ensino, começando pela base e depois o problema é transferido para os cursos superiores. Os principais exames internacionais que medem a qualidade da educação básica são o PISA, o PIRLS e o TIMSS. O Brasil ocupa posições inferiores há décadas.
Se o sistema MEC fosse uma empresa privada, com os resultados apresentados no PISA e TIMSS, ela já teria declarado falência ou sido interditada. Se o sistema regulador (MEC) não consegue garantir que o aluno brasileiro saiba o básico de leitura e lógica (como provam o PISA e o TIMSS), por que acreditaríamos que esse mesmo sistema é a única régua de qualidade para uma formação tão profunda e humana como a Psicanálise?
A grade curricular dos cursos acadêmicos regulamentados pelo MEC é preenchida por disciplinas que estão muito distantes do consultório, são mais teorias, filosofias, hipóteses e especulações acadêmicas, inclusive a maioria das teorias não tem peso científico algum e são duramente criticadas por autores renomados internacionalmente.
Por isso o Instituto Flávio Pereira (IFP) adota o modelo de curso livre, (mas permitido pela Legislação Federal), pois assim pode articular conteúdos modernos e adaptados diretamente ao consultório.
O cliente que sofre não quer teorias, ele quer acolhimento, empatia e resultado prático. A psicanálise lida com sofrimento. A regulação estatal não entende de subjetividade. O Estado consegue tabular números, mas não consegue tabular a dor humana. A regulamentação do MEC tenta transformar a Psicanálise em uma ‘linha de montagem’ acadêmica, ignorando que cada analista é um artesão da escuta ativa e empática.
As faculdades levam anos para fazer alterações de uma só disciplina, no IFP incorporamos descobertas de conteúdos relevantes para o consultório em tempo real, com a ajuda da IA Terapeuta Copiloto.
Lembramos que a psicanálise nasceu fora das faculdades. Freud, Lacan e Winnicott não eram ‘regulamentados por Ministérios’, mas sim validados por seus pares e por seus resultados clínicos. O IFP preserva essa tradição de transmissão de mestre para aluno, sem as amarras da burocracia estatal que engessa o pensamento crítico e a modernidade.
Muitas vezes, as grades regulamentadas pelo MEC ficam reféns de pautas ideológicas ou modismos acadêmicos que pouco ajudam no manejo do consultório. O curso livre do IFP foca na liberdade de cátedra, priorizando o que realmente funciona no tratamento pela fala e acolhimento (a psicoterapia), sem precisar pedir permissão a burocratas para ensinar o que é eficaz e o que eles desconhecem.
A faculdade ensina o aluno a ‘saber sobre’ a psicanálise (história, bibliografias extensas). O IFP foca no ‘saber fazer’. No consultório, o cliente não quer saber a data em que Freud escreveu um artigo ou sobre a vida dele; ele precisa de um profissional que saiba compreender de verdade a sua angústia e oferecer um caminho de transformação hoje.
Enquanto na faculdade o aluno é apenas um número em uma turma de massa seguindo um cronograma rígido, no modelo de curso livre do IFP a formação é flexível, dinâmica, mais próxima e pessoal. Resgatamos a essência da psicanálise: uma transmissão de experiência de humano para humano, potencializada pela tecnologia pela IA Terapeuta Copiloto.
Pelas razões expostas, o Instituto Flávio Pereira mantém-se na esfera dos cursos LIVRES, não tutelados pelo MEC, pois é uma escola livre de ideologias estatais.
35. O que é psicoterapia? O que é psicanálise?
Em 1926, o psiquiatra Sigmund Freud, criador da Psicanálise (análise do psiquismo humano), defendeu a análise leiga – praticada por não médicos, ensinada em cursos livres. O termo psicoterapia descreve sessões de conversas reconfortantes, visando diminuir o sofrimento humano e também o autoconhecimento. Durante a psicanálise se opera a psicoterapia.
O termo Psicoterapia foi criado e desenvolvido por volta de 1850 – 1910, e vem sendo usado por médicos e também psicólogos, como também por psicanalistas e psicoterapeutas com formação em cursos livres. Psicoterapia significa tratamento pela palavra e pelo psiquismo, sem uso de medicamentos.
Com o tempo, surgiram centenas de abordagens. O Conselho Federal de Psicologia em seu portal fala em mais de 500 abordagens psicoterapêuticas. Duas delas são a psicanálise e a Terapia Cognitivo-Comportamental.
O Instituto Flávio Pereira, segue a tradição mundial, há mais de 35 anos no mercado, na pessoa do seu fundador psicólogo Flávio Roberto Pereira (CRP 08/05325), também Bacharel em Psicologia, vem ministrando cursos livres, não ideológicos, de Psicanálise & Psicoterapias.
36. O que são cursos livres, não ideológicos?
O Instituto Flávio Pereira oferece dezenas de cursos livres de Psicanálise & Psicoterapias, sendo a únicaescola no Brasil com dezenas de abordagens em psicoterapia o que a coloca num nível de instituição não ideológica, não dogmática,porque não defende uma só abordagem psicoterapêutica, não forma profissionais que seguem seitas psicoterapêuticas, pois dá abertura plena para outras abordagens.
O método do Instituto Flávio Pereira, com foco em combos sinérgicos, não propaga o surgimento de seitas psicoterapêuticas. Exemplo: seita dos psicanalistas, seita dos terapeutas TCC, seita dos Junguianos, que doutrinam você a atender só de uma forma, podendo prejudicar a saúde mental do indivíduo que recebe os conhecimentos. Nestas seitas você é submetido à doutrinação com pseudociências, crenças em teorias suspeitas, dogma (o que não se discute) e isso ocorre dentro de faculdades, quando um professor freudiano fica defendendo a psicanálise como “ciência” ou única verdade.
37. Como funcionam os cursos de psicologia que formam psicoterapeutas?
As faculdades de psicologia vêm repetindo há décadas, uma lenda, o engano de propor anos de estudos entediantes com teorias sem peso científico, hipóteses, conceitossem aplicação prática real na psicoterapia (consultório na vida real). Você não precisa ser psicólogo, pagar e perder tempo durante 5 anos de estudos, se em poucos meses poderá ajudar pessoas em estado de sofrimento emocional.
Pela falta de qualidade na sua formação, psicólogos cada vez mais tem sido mal avaliados. O próprio Conselho Federal de Psicologia (CFP) manifestou-se, aqui resumido por nós:
“Não estamos formando bons psicoterapeutas, …nossos cursos de graduação em Psicologia, dadas as características de formação, não têm a competência para produzir psicoterapeutas, … faculdades formam psicólogos, profissionais absolutamente despreparados...“ Caderno do CFP, Ano da Psicoterapia – Textos Geradores, pag. 123, 2009.
Outra lenda dogmática disseminada é que só os psicólogos estariam preparados para atender com qualidade, pois estão baseados em evidências científicas. Sabe-se que este argumento esconde reserva de mercado, e também omite o que livros renomados na área de psicologia declaram: a psicologia se baseia em teorias, não é exatamente ciência forte, bem estruturada.
No Caderno do CFP. Ano da Psicoterapia – Textos Geradores, tem uma importante reflexão sobre “Psicologia Clínica e Ciência”, pag. 28 – 32, 34, 36, 79, aqui resumido o ponto principal:
“as psicoterapias não podem e não devem ser definidas como ciência. Não há, portanto, algo como “a ciência” que possa servir de referência para as psicoterapias….a razão que deve nos orientar na prática psicoterápica não é a razão teórica e científica, mas a razão prática.
38. O que é empoderamento, vocação e liberdade?
No IFP incentivamos nossos alunos a desenvolverem a sua própria abordagem psicoterapêutica, ter pensamento crítico, como fizeram os fundadores das psicoterapias: Freud, Jung, Roger, Beck e tantos outros. Não deixe o seu desejo de ser único, diferente, criando novas abordagens de psicoterapia!
Há séculos, não existiam psicólogos. As pessoas que sofriam de transtornos emocionais eram atendidas por psicoterapeutas LEIGOS, como confessores, sacerdotes, benzedeiras, líderes comunitários, astrólogos, tarólogos, mentores, conselheiros, entre outros.
Assim, uma pessoa leiga com VOCAÇÃO EMPÁTICA (capacidade de se colocar no lugar do outro sem julgar) pode ser um psicanalista ou psicoterapeuta. Sigmund Freud abandonou a psiquiatria, e sua filha, Anna Freud, assim como a renomada psicanalista Melanie Klein, estudaram por conta própria, sem formação em psicologia.
Milhares de pessoas no mundo são atendidas por psicanalistas e psicoterapeutas leigos, conduzindo sessões de psicoterapia. Você pode fazer um curso de formação livre e se tornar um profissional reconhecido, pois a legislação permite, e o mercado é vasto, com a possibilidade de atender pessoas de qualquer lugar do mundo.
Você pode atender no seu consultório. Veja na série “Sessões de Terapia” no Globo Play como é simples atuar como psicoterapeuta, administrando conversas empáticas e reconfortantes.
Entre em contato conosco e tire mais dúvidas. Ciência & Profissão se faz com dúvidas e críticas.
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